Manual Zen #2

Manual Zen Sobre o Conserto de Motocicletas e Outras Artes

 
A pressa de chegar a algum lugar,
de fazer as coisas,
de viver como senhor do tempo nos dá uma percepção superficial.
Esquecemos que nada é permanente.
Paisagens, estradas, pessoas, relações, gostos… tudo está mudando.
Sempre.
Independente do que pensamos, desejamos e planejamos,
a morte nos ama como amamos a vida.
Melhor amá-la também,
gratos por ela ser a companheira fiel que,
compassiva com nossa paixão pela outra (a vida),
ao fim e nos faltando tudo,
acolhe nosso regresso na hora apropriada.
As pessoas devem aprender a mudar e a morrer.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.